segunda-feira, 19 de abril de 2010




“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.”
(Allan Kardec)

Espíritos esclarecidos e benevolentes, mensageiros de Deus, que tendes por missão assistir os homens e conduzi-los pelo bom caminho, sustentai-me nas provas desta vida; dai-me a força de suportá-la sem queixumes; livrai-me dos maus pensamentos e fazei que eu não dê entrada a nenhum mau Espírito que queira induzir-me ao mal. Esclarecei a minha consciência com relação aos meus defeitos e tirai-me de sobre os olhos o véu do orgulho, capaz de impedir que eu os perceba e os confesse a mim mesmo.

Os Espíritos hão dito sempre: "A forma nada vale, o pensamento é tudo. Ore, pois, cada um segundo suas convicções e da maneira que mais o toque. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras com as quais nada tenha o coração."
Os Espíritos jamais prescreveram qualquer fórmula absoluta de preces. Quando dão alguma, é apenas para fixar as idéias e, sobretudo, para chamar a atenção sobre certos princípios da Doutrina Espírita. Fazem-no também com o fim de auxiliar os que sentem embaraço para externar suas idéias, pois alguns há que não acreditariam ter orado realmente, desde que não formulassem seus pensamentos.

DIANTE DA CRÍTICA

Senhor, diante da crítica, que permaneçamos em silêncio, trabalhando...
Que ela não nos aborreça, ao ponto de nos inutilizar nas tarefas do Bem.
Auxilia-nos a meditar nela, extraindo o que contenha de advertência sincera ao nosso, às vezes, excessivo entusiasmo.
A crítica de que somos alvo, é, sem dúvida, o nosso maior exercício de humildade.
Que o nosso ideal não esteja sujeito à apreciação daqueles que não se esforçam por compreendê-lo.
Se pararmos de servir e de Te acompanhar, que haverá de ser de nós? Certamente, nos precipitaremos em abismos de mais profunda escuridão...
Que a crítica contundente e descaridosa não nos reduza à nossa própria insignificância.
Auxilia-nos, Senhor, a não cair e a nos sustentarmos de pé...
Se nos aceitas como somos, que mais haveríamos de pretender?
Os aplausos do mundo não são para nós...

Irmão José