Deus, não sabia que viver era tão difícil...
A cada segundo, minuto, a cada dia, mês, anos, que passam não são suficientes para se aprender a viver.
Em alguma parte da vida, o que se achava certo ou necessário, cai por terra e a gente fica assim tendo outra visão de “O QUE É A VIDA”.
Mas de verdade, O que é a Vida?!!!
Qual a receita certa para viver, como se aprende a evoluir,em que momento devemos dar ou não mais um passo?
Essas são perguntas que estou aos poucos descobrindo suas devidas respostas; O convívio com algumas pessoas e a descoberta de quem realmente é, esta sendo um desafio, no qual exige de mim muita paciência, muito perdão e acima de tudo muita confiança em Deus, (isso tem me ajudado bastante). Afinal, faz parte da minha evolução.
“Perdoar aos inimigos, é pedir perdão para si mesmo: perdoar aos amigos, é Dar-lhes uma prova de amizade; perdoar as ofensas é mostrar que se tornou melhor. Perdoai, pois, meus amigos, a fim de que Deus vos perdoe, porque se sois duros, exigentes, inflexíveis, se tendes rigor mesmo por uma ofensa leve, como quereis que Deus esqueça que, cada dia, tendes maior necessidade de indulgência? Oh! Ai daquele que diz: “ Eu nunca perdoarei”, porque pronuncia a sua própria condenação. Quem sabe, aliás, se, descendo em vós mesmos, não fostes o agressor? Quem sabe se, nessa luta que começa por um golpe de espinho e acaba por uma ruptura, não iniciastes o primeiro golpe? Se uma palavra ofensiva se não vos escapou? Se usastes de toda a moderação necessária? Sem dúvida, vosso adversário errou em se mostrar muito suscetível, mas é para vós uma razão para serdes indulgentes e de não merecer a censura que lhe endereçais. Admitamos que fostes realmente o ofendido numa circunstância, quem diz que não envenenastes a coisa por represálias, e que não fizestes degenerar em querela seria aquilo que teria podido facilmente cair no esquecimento? Se dependia de vós impedir-lhes as conseqüências, e se não o fizestes, sois culpados. Admitamos, enfim, que não tendes absolutamente nenhuma censura a vos fazer, e, com isso, não tereis senão maior mérito em vos mostrar clemente.”
(Paulo Lião-1861)
Mesmo assim há duas maneiras bem diferentes de perdoar: O perdão dos lábios e o do coração...

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